As alterações climáticas correspondem ao conjunto de mudanças que o clima já sofreu e se prevê venha a sofrer. Estas mudanças incluem o aquecimento global, mas também à modificação do regime das chuvas, entre outras.
De acordo com os sucessivos relatórios de avaliação do Painel Intergovernamental para as Alterações Climáticas (IPCC), as actividades humanas, nomeadamente o uso crescente do automóvel, contribuíram para um aumento substancial das concentrações de GEE na atmosfera, causando, em acréscimo ao efeito de estufa natural, um aquecimento médio adicional da superfície da Terra e da atmosfera.
Desde 1750, a concentração atmosférica de CO2 aumentou 31% (SIAM). A temperatura média global da atmosfera à superfície aumentou durante o século XX em 0.6ºC +/- 0.2ºC, representando os anos de 1998 e 2005 os anos mais quentes desde que existem registos. Este aquecimento tem acompanhado a fusão de glaciares, a subida do nível médio do mar e o aumento de frequência de condições extremas, como inundações, secas e incêndios florestais, com prejuízos económicos, sociais e ambientais (nomeadamente perda de espécies faunísticas e florísticas). A manterem-se estas tendências, a temperatura média da atmosfera poderá subir 1 a 4ºC até ao fim do século e várias zonas costeiras baixas ou ilhas inteiras do Pacífico poderá ser submergidas.
A produção de electricidade a partir de fontes renováveis, como o vento, a água, o sol ou as marés, pode reduzir o recurso à queima de combustíveis fósseis. O mais recente relatório do IPCC (2007) acentua, na sua mensagem, a responsabilidade humana e refere que parte do aquecimento será inevitável, pelo que a sociedade terá que se preparar e adaptar a estas mudanças (medidas de adaptação). Por outro lado, medidas que visem a redução da emissão de GEE (medidas de mitigação) é necessária para diminuir a escala dos danos para o ambiente, sociedade e economia.
No entanto, continuam a haver cientistas cépticos sobre a possibilidade de estarmos a assistir a uma mudança estrutural do sistema climática, defendendo que estas são alterações pontuais como as que já existiram no passado.
De acordo com os sucessivos relatórios de avaliação do Painel Intergovernamental para as Alterações Climáticas (IPCC), as actividades humanas, nomeadamente o uso crescente do automóvel, contribuíram para um aumento substancial das concentrações de GEE na atmosfera, causando, em acréscimo ao efeito de estufa natural, um aquecimento médio adicional da superfície da Terra e da atmosfera.
Desde 1750, a concentração atmosférica de CO2 aumentou 31% (SIAM). A temperatura média global da atmosfera à superfície aumentou durante o século XX em 0.6ºC +/- 0.2ºC, representando os anos de 1998 e 2005 os anos mais quentes desde que existem registos. Este aquecimento tem acompanhado a fusão de glaciares, a subida do nível médio do mar e o aumento de frequência de condições extremas, como inundações, secas e incêndios florestais, com prejuízos económicos, sociais e ambientais (nomeadamente perda de espécies faunísticas e florísticas). A manterem-se estas tendências, a temperatura média da atmosfera poderá subir 1 a 4ºC até ao fim do século e várias zonas costeiras baixas ou ilhas inteiras do Pacífico poderá ser submergidas.
A produção de electricidade a partir de fontes renováveis, como o vento, a água, o sol ou as marés, pode reduzir o recurso à queima de combustíveis fósseis. O mais recente relatório do IPCC (2007) acentua, na sua mensagem, a responsabilidade humana e refere que parte do aquecimento será inevitável, pelo que a sociedade terá que se preparar e adaptar a estas mudanças (medidas de adaptação). Por outro lado, medidas que visem a redução da emissão de GEE (medidas de mitigação) é necessária para diminuir a escala dos danos para o ambiente, sociedade e economia.
No entanto, continuam a haver cientistas cépticos sobre a possibilidade de estarmos a assistir a uma mudança estrutural do sistema climática, defendendo que estas são alterações pontuais como as que já existiram no passado.
