A aposta nas energias eólicas e nos recursos hídricos foi reiterada, esta quarta-feira, por José Sócrates que considerou incontornável o facto das energias renováveis serem a «tábua de salvação» para a economia portuguesa poder sair da actual crise.
O primeiro-ministro afirmou que o reforço do investimento público irá para a área das energias renováveis, de forma a poder haver uma resposta para a crise financeira que o país atravessa neste momento.
«Qualquer que seja o Governo, tenha a cor política que tiver, procura áreas de investimento para reforçar o investimento público, e uma das áreas onde é mais claro o investimento dos Estados é a da energia. É por isso que vamos continuar com este projecto, de reforçar o investimento na área energética», considerou.
José Sócrates mostrou-se ainda determinado no investimento na construção de novas barragens.
«Portugal é o país da Europa que mais potencial hídrico tem por explorar, e, apesar de sabermos que temos de ter muito cuidado na construção de barragens, a verdade é que temos de fazer esse investimento para que Portugal possa também beneficiar dessa fonte de energia renovável», afirmou.
O primeiro-ministro considerou «a energia eólica e a energia hídrica, como o coração, a parte central do desenvolvimento que vamos fazer nos próximos anos».
O primeiro-ministro afirmou que o reforço do investimento público irá para a área das energias renováveis, de forma a poder haver uma resposta para a crise financeira que o país atravessa neste momento.
«Qualquer que seja o Governo, tenha a cor política que tiver, procura áreas de investimento para reforçar o investimento público, e uma das áreas onde é mais claro o investimento dos Estados é a da energia. É por isso que vamos continuar com este projecto, de reforçar o investimento na área energética», considerou.
José Sócrates mostrou-se ainda determinado no investimento na construção de novas barragens.
«Portugal é o país da Europa que mais potencial hídrico tem por explorar, e, apesar de sabermos que temos de ter muito cuidado na construção de barragens, a verdade é que temos de fazer esse investimento para que Portugal possa também beneficiar dessa fonte de energia renovável», afirmou.
O primeiro-ministro considerou «a energia eólica e a energia hídrica, como o coração, a parte central do desenvolvimento que vamos fazer nos próximos anos».

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